Clicando no player você ouvirá a web rádio mais gostosa de se ouvir no momento. Seguindo a página fescendo a aba você acompanhara o histórico dos personagens da série Chaves, além do histórico acompanhará alguns capitulos raros da série. Sejam bem vindos e usufluam da página sem moderação. Você vai se emocionar.

Essa página é inteiramente dedicada a homenager e a contar a história de todos os personagens da Série Chaves.

Chaves e seu Barril 

Seu Madruga

O primeiro da série Chaves a partir foi Ramón Valdés o intérprete do Seu Madruga. Nos deixou em um 9 de agosto de 1988, na Cidade do México. O ator tinha 65 anos e foi vítima de um câncer de estômago. O personagem da série 'Chaves', é tema de livro atualmente 'Seu Madruga - vila e obra' reúne curiosidades sobre o ator Ramón Valdés. O livro tem 14 capítulos, número de meses de aluguel que personagem devia. Mal-humorado e trapaceiro convicto, mas com uma legião de fãs, Seu Madruga, personagem da série de televisão mexicana "Chaves", ressurge no Brasil no livro "Seu Madruga - vila e obra", do jornalista Pablo Kaschner. O livro reúne curiosidades, frases antológicas e diálogos memoráveis de um dos moradores mais famosos da vila de Chaves, personagem criado pelo mexicano Roberto Gómez Bolaños. "Seu Madruga é a antítese do que a sociedade de consumo espera de um homem adulto: desempregado crônico, eterno devedor, um malandro que declara o ócio como princípio e a procrastinação como fim", diz o jornalista, autor do livro publicado pela editora "Mirabolante".Segundo Pablo, é curioso que um personagem como este, "modelo de como não se deve ser", seja idolatrado por fãs de todas as idades, e que mais de 30 anos depois do lançamento da série no México ela continue tendo audiência no Brasil. "Talvez seja uma resposta do público ao império do politicamente correto que domina a sociedade e que se vê refletido nos programas de humor", afirma Kaschner, que considera que "hoje seria impossível ter um personagem que fuma em cena em uma série assistida por milhões de crianças". A ideia de escrever sobre Seu Madruga, segundo o autor, nasceu depois da conclusão de seu primeiro livro, "Chaves de um sucesso". Nesse primeiro trabalho, Kaschner explicava como a série tinha se transformado em um fenômeno comunicacional no Brasil. Capítulo à parte "Seu Madruga", segundo ele, "merecia um capítulo à parte", mas não só isso, e daí surgiu todo um novo livro. Em 14 capítulos, o mesmo número de meses de aluguel que Seu Madruga devia a Seu Barriga, o livro percorre a trajetória de Ramón Valdés, ator que dá vida ao pai de Chiquinha e que morreu há vários anos. A publicação traz também fotos inéditas, entrevistas com o dublador do personagem na versão brasileira da série, Carlos Seidl, e com Edgar Vivar, ator que interpreta Seu Barriga, além de um desafio aos conhecimentos dos verdadeiros "madrugamaníacos". "Seu Madruga não se importa em ser idolatrado, mas tem um carisma que fala por ele", define Kaschner.

Jaiminho (Carteiro)

Raúl Padilla, o Jaiminho. O ator que dava vida ao carteiro Jaiminho morreu em 3 de fevereiro de 1994 por problemas decorrentes da diabetes. Com a carreira ancorada na televisão, Padilla atuou em séries como Juan Jose (1964), Atormentada (1967) e Angelitos Negros (1970).

Dona Clotilde (Bruxa do 71)

Angelines Fernández (1924-1994), a Dona Clotilde ou Bruxa do 71. Nascida na Espanha em 1924 e radicada no México em 1947, a atriz Angeline Fernández, conhecida por interpetrar a Dona Clotilde (ou Bruxa do 71) em "Chaves", morreu em 1994 aos 71 anos, na Cidade do México. Seu perfil no IMDb informa que a causa foram doenças associadas ao consumo de cigarro. De acordo com o portal, ela era amiga próxima de Ramón Valdés, o Seu Madruga, por quem sua personagem tinha interesse em "Chaves".

Godinez

Horacio Gómez Bolaños, o Godínez. Irmão de Roberto Gomez Bolaños, Horacio interpretava o personagem Godínez no seriado Chaves e aparecia geralmente nas cenas passadas na escola do Professor Jirafales (Rubén Aguirre). O ator e produtor morreu em 21 de novembro de 1999, na Cidade do México, vítima de um infarto.

Roberto Gómez Bolaños (Chaves)

brail.jpg (138548)Roberto Gómez Bolaños (1929-2014), o Chaves. criador de Chaves e Chapolin. Comediante morreu aos 85 anos em casa no México. Ele tinha saúde 'frágil' e vivia com a esposa Florinda Meza em Cancún. Dono de frases antológicas como "ninguém tem paciência comigo" e "não contavam com a minha astúcia", que marcaram gerações de fãs em toda a América Latina, Roberto Gómez Bolaños, criador dos seriados "Chaves" e "Chapolin", morreu nesta sexta-feira (28) aos 85 anos. Bolanõs foi humorista, escritor, ator, produtor de cinema, televisão e teatro. A causa da morte, ocorrida às 14h30 (horário do México) em casa em Cancún, não foi confirmada. Em fevereiro deste ano, quando Roberto Bolaños completou 85 anos, um parente confirmou à agência de notícias Efe que a saúde dele era “frágil” e que ele permanecia quase o tempo todo na cama, com acompanhamento 24 horas por dia. Segundo a CNN mexicana, o ator Edgar Vivar, que interpretou o Senhor Barriga, disse que o corpo do comediante será levado à Cidade do México, onde será velado.A última mensagem divulgada pelo perfil oficial de Bolaños no Twitter foi: "Todo meu amor para o Brasil". Ele escreveu em resposta a uma fã brasileira no microblog.Edgar Vivar, que interpretou o senhor Barriga em "Chaves", informou à CNN do México que o corpo do comediante será levado à Cidade do México, onde será velado. Vivar deu seu depoimento à rede de TV mexicana Televisa (que produziu a maior parte dos programas de Bolaños): "Estou em estado de choque. Não pensei que me fosse afetar tanto. Meu telefone não para de tocar. Um abraço compartilhado com milhões de pessoas do mundo. Vou lembrar dele sempre com sorriso e com ânimo. Temos que agradecer a Deus. Seu bom humor é a maior lembrança." "Roberto, você não vai, permanece em meu coração e em todos os corações de tantos a quem fez feliz. Adeus Chaves para sempre", disse no Twitter Edgard Vivar. "Obrigado por fazer tanta gente feliz e por todos os momentos maravilhosos que compartilhamos no grupo. Descanse em paz, Roberto", disse Maria Antonieta de Las Nieves, que interpretou a Chiquinha. "O México perdeu um ícone, cujo trabalho transcendeu gerações e fronteiras", disse o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto. "Foi um bom companheiro, amigo, irmão e um dos melhores escritores dos últimos tempos no México", disse Ruben Aguirre, que interpretou o professor Girafales. Trabalho reconhecido no mundo. "Chaves" foi o programa mais visto da televisão mexicana e foi dublado em 50 idiomas, segundo a Televisa."Talvez o meu mérito foi conseguir, sem tentar, abordar um ambiente que existe no mundo inteiro", refletiu Bolaños sobre o sucesso de Chaves em uma entrevista à agência de notícias Reuters. "Trabalhei muito neste personagem, que tem qualidade", explicou ele, "mas a resposta exata eu não sei". Além disso, Bolaños escreveu roteiros de 50 filmes no México e atuou em 11. No Twitter, ele tinha mais 6 milhões de seguidores. Trajetória Roberto Bolaños tirou seu apelido do dramaturgo William Shakespeare, cujo diminutivo em espanhol era "Chespirito". Há alguns anos, ele se mudou para Cancún, no México, junto com a mulher Florinda Meza, a Dona Florinda da série. Bolaños nasceu na Cidade do México em 21 de fevereiro de 1929. Estudou engenharia, mas nunca exerceu a profissão. Praticou boxe e era um fanático torcedor do clube de futebol América. Começou sua carreira profissional na publicidade, onde começou a trabalhar em roteiros. Casou-se pela primeira vez com a escritora Graciela Fernández, com quem teve seis filhos. Só em 2004 oficializaria seu casamento com a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda. Aos 80 anos, perguntaram a ele sobre a sua relação de décadas com a atriz Florinda Meza. "Já estamos há 30 anos casados", respondeu. "Temos um casamento sólido que só a morte acabará com ele... ou a Shakira!". Ganhou o apelido de Chesperito do diretor de cinema Agustín P. Delgado por causa do 1,60 de altura. Foi só em 1968 que começou sua carreira de ator, na emissora TIM, em séries como “Los Supergenios de la Mesa Cuadrada” e “El Ciudadano Gómez”, em espaços de 30 minutos de duração aos sábados. Foi só na década de 1970 que começaram a ser exibidos as séries que fizeram de Bolaños um gigante do humor: "Chespirito", "Chapolin" e "Chaves". A partir de 1973, quase todos os países da América Latina tinha na programação de TV episídios dos programas. O jornal mexicano "Excelsior" cita a seguinte declaração de Bolaños a um TV espanhola sobre seu personagem mais famoso no Brasil: "Chaves, ainda que carecendo de quase tudo, é otimista, aproveita a vida, brinca, se emociona e tem o maravilhoso dom que é a vida" No começo da década de 1990, Bolaños decidiu aposentar "Chaves" e "Chapolin" e resolveu apostar em "Los Caquitos", em que interpretava o ladrão Chómpiras (que ganhou no Brasil o nome de Chaveco). Chaves era um dos personagens e segmentos do programa "Chespirito" que começou a ser exibido no México em 1971. O primeiro capítulo de "El Chavo del Ocho" (como era conhecido o personagem nos outros países de língua espanhola) foi transmitido em 20 de junho de 1971.

Os que se foram estão brancos os vivos em textura normal

Conhecido pelo papel de Professor Girafales em "Chaves" (1973-1980), o ator mexicano Rubén Aguirre é o quarto dos oitos integrantes do elenco principal da série a morrer. Aguirre morreu nesta sexta-feira (17) aos 82 anos. Antes dele, morreram Ramón Valdés (1923-1988), o Seu Madruga; Angelines Fernández (1922-1994), a Dona Clotilde/Bruxa do 71; e Robérto Gómez Bolaños (1929-2014), o criador e protagonista de "Chaves". Ainda estão vivos Florinda Meza, a Dona Florinda, que é viúva de Bolaños; Carlos Villagrán, o Quico; María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha; e Edgar Vivar, o Sr. Barriga. Outros que também já morreram foram Horacio Gómez Bolãnos (1930-1999), que era irmão de Roberto Bolaños em fazia o Godinez em "Chaves", e Raúl "Chato" Padilha (1918-1994), o Jaiminho. Mas eles participaram de bem menos episódios que os oito atores do elenco central.

 

Rubén Aguirre - Professor Girafales

Rubén Aguirre é o 4º ator do elenco principal de 'Chaves' a morrer; O eterno Professor Girafales de 'Chaves', morreu numa sexta-feira 17/06/2016 aos 82 anos. Ele participou da série "Chaves" entre 1973 até 1980. Rubén Aguirre é o quarto dos oitos integrantes do elenco principal da série a morrer. Da série ainda estão vivos Florinda Meza, a Dona Florinda, que é viúva de Bolaños; Carlos Villagrán, o Quico; María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha; e Edgar Vivar, o Sr. Barriga.Antes dele, morreram Ramón Valdés (1923-1988), o Seu Madruga; Angelines Fernández (1922-1994), a Dona Clotilde/Bruxa do 71; e Robérto Gómez Bolaños (1929-2014), o criador e protagonista de "Chaves".Outros que também já morreram foram Horacio Gómez Bolãnos (1930-1999), que era irmão de Roberto Bolaños em fazia o Godinez em "Chaves", e Raúl "Chato" Padilha (1918-1994), o Jaiminho. Mas eles participaram de bem menos episódios que os oito atores do elenco central.

Florinda Meza - Dona Florinda Atualmente

Conheça os 4 atores remanescentes do elenco central de 'Chaves' Começamos com Florinda Meza, a Dona Florinda. Nascida em Juchipila, no México, em 1949, Florinda Meza, que interpretava a personagem Dona Florinda em "Chaves", é viúva de Roberto Gómez Bolaños (1929-2014), criador da série. O casal ficou junto por 40 anos. Recentemente, divulgou uma foto da inauguração de uma estátua de Bolaños no México. No ano passado, ela fez uma homenagem ao marido: "Meu amado Roberto, brindo contigo, porque sempre estaremos juntos. Meu amor por você é eterno". Florinda Meza, viúva de Roberto Bolaños, divulgou várias fotos com o criador de "Chaves" e "Chapolin", e fez homenagens em uma série de postagens em seu perfil no Twitter. A atriz que interpretava Dona Florinda declarou "amor eterno" a Bolaños."Meu amado Roberto, brindo contigo, porque sempre estaremos juntos. Meu amor por você é eterno", escreveu Florinda em um dos posts. Roberto Gómez Bolaños morreu em novembro de 2014, aos 85 anos. Bolanõs foi humorista, escritor, ator, produtor de cinema, televisão e teatro. "Roberto era un gênio, o melhor escritor, ator, compositor, mas eu sinto falta é do meu companheiro, que era antes de tudo um cavalheiro, amável e bondoso", disse a viúva.

 
 
Carlos Villagrán (Kiko)

Carlos Villagrán, o Quico. Nascido em Queretaro, no México, em 1944, Carlos Villagrán foi o primeiro ator a deixar a série, ainda na década de 1970. Ele foi autorizado pelo próprio Bolaños a usar a imagem de Quico em um espetáculo solo, mas o processou mesmo assim, alegando ser o criador do personagem. Após perder a ação, Villagrán disse que havia saído do programa por "ciúmes e inveja" entre os ex-colegas. Outra versão é que Villagrán e Bolaños brigaram porque a segunda mulher de Bolaños, a atriz Florinda Meza, teve no passado um relacionamento com Villagrán. Na época da morte de Bolaños, o jornal mexicano "La Opinión" chegou a informar que Florinda Meza queria restringir o acesso de Villagrán ao velório. No entanto, Villágran postou fotos na cerimônia. Além disso, uma imagem dele abraçando Florinda circulou pelas redes sociais de fãs de "Chaves". No Facebook, Villagrán escreveu: "Sinto muito a morte de um grande homem, amigo, gênio". Villágran lamentou a morte de Bolaños em uma rede social. "Hoje, como raramente acontece, fiquei longe do telefone por umas 4 horas e, quando voltei, havia 71 chamadas perdidas, para me dar a triste notícia da partida de Don Roberto Gómez Bolaños. Sinto muito a morte de um grande homem, amigo, gênio", escreveu Villagrán em seu perfil no Facebook. Carlos Villagrán foi o primeiro ator a deixar "Chaves", ainda na década de 1970. Ele foi autorizado pelo próprio Bolaños a usar a imagem de Quico em um espetáculo solo, mas o processou mesmo assim, alegando ser o criador do personagem. Após perder a ação, Villagrán disse que havia saído do programa por "ciúmes e inveja" entre os ex-colegas. Outra versão é que Villagrán e Bolaños brigaram porque a segunda mulher de Bolaños – a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda de "Chaves" – teve um relacionamento com Villagrán. Assim, o clima entre os atores já não era bom quando o intérprete de Quico participou de seu último episódio, considerado um dos grandes clássicos da série, em que os personagens fazem uma viagem para Acapulco. Em seu post no Facebook neste sábado, Villagrán também agradeceu a chance de atuar como Quico e lembrou o sucesso de "Chaves" nos muitos países em que foi exibido. "Todo México, Brasil, Peru, Chile, Colombia, Venezuela, Argentina, Bolivia e resto do Mundo. Tantos países, tantas pessoas que foram tocadas pelo talento desta grande pessoa. Que me abriu as portas para desenvolver o personagem Quico", escreveu. "Para ele, todo meu agradecimento, minha tristeza e minha dor. Somente quando se vive a realidade de uma ausência, se descobre o verdadeiro sentimento de uma amizade e um grande mestre. Que descanse em paz!!! Hoje me sinto triste por seu falecimento."

Edgar Vivar - Seu Barriga e Nhonho

Edgar Vivar, o Senhor Barriga e Nhonho. Nascido em 1944 no México, Edgar Vivar, o Senhor Barriga de "Chaves", foi quem divulgou a notícia da morte de Rubén Aguirre. Hoje com 67 anos, o ator visita o Brasil com regularidade para se encontrar com fãs da série. Em abril, apresentar um show em Brasília. Na época, o ator, que também vive Nhonho, filho do Sr. Barriga, disse que é justamente a identificação do público com as situações vividas na vila que garante o sucesso e a permanência de "Chaves". "O mundo é uma grande vila", comparou. Para o ator mexicano, que também vive Nhonho, filho do Sr. Barriga, é justamente a identificação do público com as situações vividas na vila que fazem a série tão bem sucedida e tão perene, mesmo com as mudanças culturais e tecnológicas desde que o programa estreou, no início da década de 1970 – Chaves foi exibido pela primeira vez no Brasil em agosto de 1984. Acompanhe mais acessando https://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/04/o-mundo-e-uma-grande-vila-diz-o-sr-barriga-do-seriado-de-tv-chaves.html

María Antonieta de las Nieves, - Chiquinha

María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha. Nascida em Nayarit, no México, em 1950, Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, também se envolveu em disputa com Bolaños pelos direitos da personagem. Em 2013, ela chegou a comemorar a vitória na disputa judicial contra o criador de "Chaves" e a emissora mexicana Televisa. O assunto chegou a afastá-la de Rubén Aguirre após ele declarar que um ator roubar o personagem do seu criador era uma "canalhice". "A partir de então não falou mais comigo, ficou muito zangada. Eu sinto muito, porque éramos muito amigos e a conheço desde menina", afirmou na época o intérprete do Professor Girafales. Em outubro de 2012, María Antonieta de las Nieves afirmou ao jornal argentino "La Nación" que sofria de fibromialgia, uma doença crônica que tem como principais sintomas fortes dores pelo corpo e fadiga constante. No mês seguinte, anunciou que pretendia se aposentar aos 61 anos por falta de oportunidades de trabalho.

Acompanhe abaixo alguns episódios raros e suas datas de exibição

‘Que Bonita Sua Roupa’

Quem é fã do seriado sabe pelo menos cantar o refrão de Que Bonita sua Roupa, número musical exibido no episódio Uma Aula de Canto de Chaves, queé dedicado especialmente ao garoto maltrapilho que mora em um barril. “Que bonita a sua roupa / Que roupinha mucho louca / Nela é tudo remendado / Não vale nenhum centavo / Mas agrada a quem olhar”, diz a canção. 

O cão arrependido

Uma das cenas clássicas do seriado é o poema recitado por Chaves no chamado Festival da Boa Vizinhança, realizado na Vila, que deixaria Drummond e Camões com inveja. “Volta o cão arrependido / Com suas orelhas tão fartas / Com seu osso roído / E com o rabo entre as patas”, diz o personagem duas vezes. Ao ser interrompido por Seu Madruga, ele conta que os versos são repetidos outras 44 vezes.

O filme do Pelé

“Teria sido melhor ir ver o Pelé”, diz Chaves no episódio Vamos ao Cinema. O garoto acompanha os outros personagens da Vila ao cinema para assistir a um filme sugerido por eles, mas não fica nem um pouco satisfeito com a escolha e repete inúmeras vezes a frase, irritando todos ao redor. O que poucos sabem é que na versão original, do México, Chaves diz: “Teria sido melhor ir ver o filme do Chanfle”, referindo-se ao protagonista de dois filmes dirigidos por Bolaños. Mas o bordão adaptado pegou entre os brasileiros.

Já chegou o disco voador

Em outro episódio, Seu Madruga combina com Chaves para que o garoto o avise caso Seu Barriga apareça na Vila para cobrar seu aluguel atrasado, dizendo o código enigmático “Já chegou o disco voador”. O problema é que, ao mesmo tempo, Quico está à procura de seu disco voador de brinquedo e grita para a mãe, ”Já se foi o disco voador”, o que causa um nó na cabeça de Seu Madruga, que não sabe se se esconde ou se retoma a sua rotina dentro de casa.

Vendedor de churros

Entre os empregos que Chaves arrumou para conseguir alguns trocados, ou apenas um sanduíche de presunto, estava o de ajudante de vendedor de churros na banca armada por Seu Madruga. Como truque de marketing, ele entoa com uma voz aguda:  “Aqui estão os churros, olha os churros”. Mas a estratégia não funciona e ele acaba vendendo para si mesmo, imitando alguns personagens da Vila.

‘Los Supergenios de la Mesa Cuadrada’

O programa de 1968 reunia os atores Rubén Aguirre (Professor Girafales), Roberto Bolaños (Doutor Chapatín), Ramón Valdés (Ingeniebrio Ramón Valdés) e María Antonieta de las Nieves (como ela mesma e apresentadora). Em tom bem-humorado, os personagens comentavam notícias do momento, intercaladas por esquetes divertidos. 

‘Chespirito – El Ciudadano Gomez’

El Ciudadano Gomez (1968) foi umas das histórias criadas por Roberto Bolaños para o programa Chespirito, em que apresentaria diversos personagens — entre eles o que dava título à atração. Foi também em Chespirito que nasceram os roteiros de Chapolin Chaves. No episódio acima, Maria Antonieta interpreta uma vidente vigarista, que finge ver o futuro em sua bola de cristal. 

‘Chapolin’

A história do herói atrapalhado e medroso nasceu em 1970, um ano antes de Chaves e sua vila. Vivido por Roberto Bolaños, Chapolin aparece sempre que alguém está em apuros e tenta resolver a situação. O mesmo grupo de atores que trabalhava em Chespirito se reveza entre diferentes papéis nas histórias que mantêm apenas o quase-herói (e quase anti-herói) como elo principal. Uma das histórias mais famosas é aquela em que Maria Antonieta de Las Nieves interpreta a Bruxa Baratuxa, que tenta fazer com que a “camponesa de coração nobre” se case com seu filho. 

‘Aquí Está la Chilindrina’

Em 1994, a personagem Chiquinha protagonizou a série Aquí Está la Chilindrina, que contava com números musicais. A história da personagem, no entanto, é diferente da que ficou conhecida em Chaves. Chiquinha era uma garota abandonada pelos pais que foi viver em um convento e enlouqueceu o padre e as freiras do local. Dirigido por Rubén Aguirre, o Professor Girafales, o programa foi o último apoiado por Bolaños, que queria seu nome nos créditos como criador intelectual da personagem e começou, então, a brigar com Maria Antonieta de Las Nieves. 

‘Kiko e sua Turma’

O ator Carlos Villagrán, intérprete de Kiko, protagonizou o seriado ¡Ah qué Kiko!(1988), traduzido como Kiko e sua Turma pela Rede Bandeirantes, que o transmitiu no Brasil. O programa também tinha o ator Ramón Valdés, o Seu Madruga, que assim como Villagrán se desentendeu com Bolaños e deixou o elenco de Chaves. Na história, Kiko é um garoto que trabalha na venda Surpresa, de Seu Madruga. Entre Chaves Kiko e sua Turma, Villagrán protagonizou também as séries Kiko Botones (1981), Frederrrico (1982) e Las Nuevas Aventuras de Fredericco (1983). 

Essa é uma modesta homenagem que Juninho Milk e Rádio Cidade ABC presta aos que se foram e aos remanescentes, nossa forma de agradecer por cada sorriso e por cada lembrança de momentos lindos de nossa infância que esse seriado nos fazia relembrar. Cada um de nós temos um pouquinho de cada personagem dentro de nós. Mauá/SP - 23/05/2018 - Finalizado o trabalho ás 03 e 18 da manhã, de uma quarta-feira fria pra caramba. 06 graus nesse momento.

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